segunda-feira, 23 de maio de 2011
Atleta que mais vezes vestiu o Manto São-Paulino, Rogério é a síntese do espírito tricolor. Talentoso, competente, obstinado e único, o Maior Goleiro Artilheiro do Mundo especializou-se em bater recordes em seus mais de 20 anos no clube. Centenário, chegou aos 100 gols na carreira (56 de falta e 44 de pênalti) em uma inesquecível vitória no Majestoso, na Arena Barueri, em 27 de março de 2011.
Jessica _ Cláudio -Euro Copa 2011
França define nove cidades-sede para a Eurocopa 2016
Gazeta Press
20 de maio de 2011 às 17:41
A França definiu as nove cidades que serão sede da Eurocopa 2016: Lens, Lille Lyon, Marselha, Nancy, Nice, Paris e Saint-Denis. Surpreendentemente Saint-Etienne e Toulouse ficaram de fora e figuram apenas na lista reserva.
‘Todas as propostas eram de muito elevado padrão, mas a escolha foi muito clara e decidida na primeira rodada de votação’, disse o presidente da Federação Francesa de Futebol, Fernand Duchaussoy.
A princípio, só serão construídos novos estádios em Bordeaux, Lille, Lyon e Nice. As outras cidades terão suas arenas reformadas.
A França derrotou Turquia e Itália para ser eleita a sede do torneio, que, em 2016, reunirá pela primeira vez 24 seleções – na edição de 2008, foram 16 participantes. Antes disso, porém, em 2012, a Eurocopa será disputada na Polônia e na Ucrânia.
‘Todas as propostas eram de muito elevado padrão, mas a escolha foi muito clara e decidida na primeira rodada de votação’, disse o presidente da Federação Francesa de Futebol, Fernand Duchaussoy.
A princípio, só serão construídos novos estádios em Bordeaux, Lille, Lyon e Nice. As outras cidades terão suas arenas reformadas.
A França derrotou Turquia e Itália para ser eleita a sede do torneio, que, em 2016, reunirá pela primeira vez 24 seleções – na edição de 2008, foram 16 participantes. Antes disso, porém, em 2012, a Eurocopa será disputada na Polônia e na Ucrânia.
Corinthians perde do Tolima e tem queda histórica na Pré-Libertadores
O maior sonho do Corinthians para a temporada de 2011 acabou antes mesmo de começar. Jogando em Ibagué, na Colômbia, o time paulista perdeu por 2 a 0 nesta quarta-feira para o Tolima pela Pré-Libertadores, dando um adeus precoce à classificação para o principal torneio do continente. A derrota veio com gols de Santoya e Medina no segundo tempo, e ainda teve cartão vermelho do peruano Ramírez, expulso por uma cotovelada dois minutos depois de entrar em campo.
É a primeira vez na história que uma equipe brasileira é eliminada na fase preliminar da Copa Libertadores. Na outra partida desta quarta, o Grêmio bateu por 3 a 1 o Liverpool, do Uruguai, no Estádio Olímpico, e assegurou sua passagem à fase de grupos.
paixão pelo futbol
Destaque da Semana
Termina amanhã a décima nona copa do mundo de futebol. Com o Brasil e a Argentina de fora, pelo menos podemos nos dar ao luxo de torcer pelo bom futebol. Isso porque, numa imaginada final entre os dois rivais, pouco importa para o torcedor a qualidade do futebol. Vale gol de mão, em impedimento,com falta no goleiro, no último minuto da prorrogação. Mas, numa situação rara, pois o futebol adora ser uma caixinha de surpresas, enfrentam-se na finalíssima duas das seleções que apresentaram o melhor do futebol do torneio: Espanha e Holanda.
A Espanha chegou como uma das favoritas, trazendo na bagagem o título europeu de seleções conquistado frente à poderosa Alemanha, novamente batida na semifinal. Com um futebol rápido, incisivo, criativo, a Espanha vai tentar apagar a fama de lutar, lutar e sempre morrer na praia.
A Holanda vem de uma campanha impecável, atropelou todos os seus adversários e desbancou o sempre favorito Brasil. Quem sabe, a novíssima laranja mecânica vá fazer justiça às equipes das copas de 74 e 78, quando o fantástico carrossel imaginado pelo técnico Rinus Michels e comandado pelo genial Johan Cruijff maravilhou a todos, mas não levou a taça, perdendo na final para a própria Alemanha e para a Argentina, respectivamente.
É… esta final tem tudo para ser um belo espetáculo de futebol.
A Espanha chegou como uma das favoritas, trazendo na bagagem o título europeu de seleções conquistado frente à poderosa Alemanha, novamente batida na semifinal. Com um futebol rápido, incisivo, criativo, a Espanha vai tentar apagar a fama de lutar, lutar e sempre morrer na praia.
A Holanda vem de uma campanha impecável, atropelou todos os seus adversários e desbancou o sempre favorito Brasil. Quem sabe, a novíssima laranja mecânica vá fazer justiça às equipes das copas de 74 e 78, quando o fantástico carrossel imaginado pelo técnico Rinus Michels e comandado pelo genial Johan Cruijff maravilhou a todos, mas não levou a taça, perdendo na final para a própria Alemanha e para a Argentina, respectivamente.
É… esta final tem tudo para ser um belo espetáculo de futebol.
Por isso, o Rádio Vivo, em véspera de decisão, quer destacar a crônica do jornalista e escritor Xico Sá, colunista da Folha de S.Paulo, publicada na Revista ESPN de Maio deste ano. Ele diz:
“Uma das coisas mais admiráveis no futebol é a possibilidade de cada torcedor ver de uma forma um mesmo lance polêmico. Mil câmeras, mil recursos modernos, porém, não tem acordo, não tem jeito. Não há tira-teima para o olhar marejado pelas paixões clubísticas. Falta de sensatez, cegueira, paixão burra e desmedida? Nécaras. Somos totalmente fiéis às nossas retinas naquele momento. É o que vemos mesmo.
Não é o caso de simplesmente querer levar vantagem e criar uma versão para o que testemunhamos. Não se trata de sermos mentirosos a favor dos nossos clubes no instante do lance. É tudo o que vimos, à vera, com os olhos que a terra biblicamente há de comer. E pronto.
Não é nada igual à queda que temos com a mulherada. Nem chega próximo. Por um detalhe assim nem tão pequeno de nós dois: o amor por uma mulher passa, pelo time do coração é para o resto da vida. (…) No futebol, a loucura é ad infinutum, para século seculorum, amém. Se por um rabo de saia cegamos por um tempo, pelo clube e pela seleção o amor já nasce, cresce e morre cego. O torcedor sensato não existe. É uma fraude. Sensatez é qualidade (ou defeito) de comentarista, de profissional da área, de quem vive disso.
Quando disse que o videoteipe era burro, ainda no tempo em que a TV cobria os jogos com poucas câmeras e sofisticação zero, o tio Nelson explicava, qual um Freud ludopédico e pó de arroz, essa cegueira toda.
Mil geringonças e modernidades depois, os cavalheiros das mesas redondas repetem mil vezes um lance e até chegam às suas conclusões. Os torcedores não. Na hora do embate, nem se fala, cada um vê conforme suas camisas. E vê mesmo. Não está blefando ou de olho apenas no resultado da peleja.
(…)
Comparar com o amor ou a paixão por uma mulher qualquer é até covardia da parte do cronista. Se guarda alguma semelhança é com o amor de mãe. Mais o que ela sente por nós do que nós – mesmo com todo Complexo de Édipo Futebol Clube – sentimos por ela. Uma mãe pode ver mil vídeos com o filho roubando, flagrante delito, que mesmo assim o defende. E não defende simplesmente para o livrar da cadeia. É que não consegue enxergar, hora alguma, o seu rebento naquela situação desagradável ou fraudulenta. Mesmo assim é um fanático flamenguista, um atleticano idem, um palmeirense maluco, um corintiano roxo, um cego pelo Sport, um tricolor baiano, um vascaíno que tatua a pele com a cruz de Malta, um doente de qualquer praça ou clube.
Mil geringonças e modernidades depois, os cavalheiros das mesas redondas repetem mil vezes um lance e até chegam às suas conclusões. Os torcedores não. Na hora do embate, nem se fala, cada um vê conforme suas camisas. E vê mesmo. Não está blefando ou de olho apenas no resultado da peleja.
(…)
Comparar com o amor ou a paixão por uma mulher qualquer é até covardia da parte do cronista. Se guarda alguma semelhança é com o amor de mãe. Mais o que ela sente por nós do que nós – mesmo com todo Complexo de Édipo Futebol Clube – sentimos por ela. Uma mãe pode ver mil vídeos com o filho roubando, flagrante delito, que mesmo assim o defende. E não defende simplesmente para o livrar da cadeia. É que não consegue enxergar, hora alguma, o seu rebento naquela situação desagradável ou fraudulenta. Mesmo assim é um fanático flamenguista, um atleticano idem, um palmeirense maluco, um corintiano roxo, um cego pelo Sport, um tricolor baiano, um vascaíno que tatua a pele com a cruz de Malta, um doente de qualquer praça ou clube.
O amor carnal é vesgo, míope, tem muitos defeitos e variações, mas cego mesmo de tudo, de nascença, somente o amor materno ou o amor ao time do peito, à seleção do coração”.
Terminada a Copa, voltamos à nossa paixão doméstica, ao amor desvairado pelo time que esse ano há de ganhar, há de ser campeão…
mario-fotos da independe
O primeiro tempo de Fluminense e São Paulo foi marcado mais pela pegada do que a técnica, por parte de ambas as equipes, e o que se viu foi muita marcação e poucos lances de gol. Foram várias as entradas da maca no gramado, principalmente para retidar atletas do clube paulista.
O Fluminense tentava tomar a iniciativa da partida, mas sofria com a falta de organização e alguns jogadores tentando resolver tudo sozinhos. Para piorar, Conca recebia marcação individual de Wellington, e era anulado em campo. Já o São Paulo procurava explorar os contra-ataques com a vitalidade e atécnica da dupla Lucas/Dagoberto.
A estratégia são-paulina começou a dar certo aos 33min. Lucas tocou para Casemiro na frente da meia lua da área. O meia enfiou na área para Dagoberto que penetrava por entre a zaga do Flu, e o atacante chutou por cima de Ricardo Berna para abrir o placar em São Januário.
As duas equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo, mas antes que o Fluminense pudesse iniciar uma reação, O São Paulo chegou ao segundo gol. Lucas avançou pela esquerda, se livrou da zaga, cortou para o meio da área, e, no meio de três defensores, chutou para vencer Ricardo Berna e ampliar o placar: 2 a 0.
O Fluminense tentava tomar a iniciativa da partida, mas sofria com a falta de organização e alguns jogadores tentando resolver tudo sozinhos. Para piorar, Conca recebia marcação individual de Wellington, e era anulado em campo. Já o São Paulo procurava explorar os contra-ataques com a vitalidade e atécnica da dupla Lucas/Dagoberto.
A estratégia são-paulina começou a dar certo aos 33min. Lucas tocou para Casemiro na frente da meia lua da área. O meia enfiou na área para Dagoberto que penetrava por entre a zaga do Flu, e o atacante chutou por cima de Ricardo Berna para abrir o placar em São Januário.
As duas equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo, mas antes que o Fluminense pudesse iniciar uma reação, O São Paulo chegou ao segundo gol. Lucas avançou pela esquerda, se livrou da zaga, cortou para o meio da área, e, no meio de três defensores, chutou para vencer Ricardo Berna e ampliar o placar: 2 a 0.
Aos 9min, o São Paulo sofreu uma baixa. Rogério Ceni sentiu uma contusão e teve de ser substituido por Denis. Já o Flu tentava na base do desespero se mandar para o ataque em busca do gol, mas trocava muitos passes sem conseguir penetrar.
O Flu continuou tentando desordenadamente a reação até o fim, e, já nos acréscimos, quase consegue o gol de honra. Após cobrança de escanteio de Souza, a zaga do São Paulo cabeceia contra o próprio gol e quase faz contra.
Destaque da Semana
Termina amanhã a décima nona copa do mundo de futebol. Com o Brasil e a Argentina de fora, pelo menos podemos nos dar ao luxo de torcer pelo bom futebol. Isso porque, numa imaginada final entre os dois rivais, pouco importa para o torcedor a qualidade do futebol. Vale gol de mão, em impedimento,com falta no goleiro, no último minuto da prorrogação. Mas, numa situação rara, pois o futebol adora ser uma caixinha de surpresas, enfrentam-se na finalíssima duas das seleções que apresentaram o melhor do futebol do torneio: Espanha e Holanda.
A Espanha chegou como uma das favoritas, trazendo na bagagem o título europeu de seleções conquistado frente à poderosa Alemanha, novamente batida na semifinal. Com um futebol rápido, incisivo, criativo, a Espanha vai tentar apagar a fama de lutar, lutar e sempre morrer na praia.
A Holanda vem de uma campanha impecável, atropelou todos os seus adversários e desbancou o sempre favorito Brasil. Quem sabe, a novíssima laranja mecânica vá fazer justiça às equipes das copas de 74 e 78, quando o fantástico carrossel imaginado pelo técnico Rinus Michels e comandado pelo genial Johan Cruijff maravilhou a todos, mas não levou a taça, perdendo na final para a própria Alemanha e para a Argentina, respectivamente.
É… esta final tem tudo para ser um belo espetáculo de futebol.
Por isso, o Rádio Vivo, em véspera de decisão, quer destacar a crônica do jornalista e escritor Xico Sá, colunista da Folha de S.Paulo, publicada na Revista ESPN de Maio deste ano. Ele diz:
“Uma das coisas mais admiráveis no futebol é a possibilidade de cada torcedor ver de uma forma um mesmo lance polêmico. Mil câmeras, mil recursos modernos, porém, não tem acordo, não tem jeito. Não há tira-teima para o olhar marejado pelas paixões clubísticas. Falta de sensatez, cegueira, paixão burra e desmedida? Nécaras. Somos totalmente fiéis às nossas retinas naquele momento. É o que vemos mesmo.
Não é o caso de simplesmente querer levar vantagem e criar uma versão para o que testemunhamos. Não se trata de sermos mentirosos a favor dos nossos clubes no instante do lance. É tudo o que vimos, à vera, com os olhos que a terra biblicamente há de comer. E pronto.
Não é nada igual à queda que temos com a mulherada. Nem chega próximo. Por um detalhe assim nem tão pequeno de nós dois: o amor por uma mulher passa, pelo time do coração é para o resto da vida. (…) No futebol, a loucura é ad infinutum, para século seculorum, amém. Se por um rabo de saia cegamos por um tempo, pelo clube e pela seleção o amor já nasce, cresce e morre cego. O torcedor sensato não existe. É uma fraude. Sensatez é qualidade (ou defeito) de comentarista, de profissional da área, de quem vive disso.
Quando disse que o videoteipe era burro, ainda no tempo em que a TV cobria os jogos com poucas câmeras e sofisticação zero, o tio Nelson explicava, qual um Freud ludopédico e pó de arroz, essa cegueira toda.
Mil geringonças e modernidades depois, os cavalheiros das mesas redondas repetem mil vezes um lance e até chegam às suas conclusões. Os torcedores não. Na hora do embate, nem se fala, cada um vê conforme suas camisas. E vê mesmo. Não está blefando ou de olho apenas no resultado da peleja.
(…)
Comparar com o amor ou a paixão por uma mulher qualquer é até covardia da parte do cronista. Se guarda alguma semelhança é com o amor de mãe. Mais o que ela sente por nós do que nós – mesmo com todo Complexo de Édipo Futebol Clube – sentimos por ela. Uma mãe pode ver mil vídeos com o filho roubando, flagrante delito, que mesmo assim o defende. E não defende simplesmente para o livrar da cadeia. É que não consegue enxergar, hora alguma, o seu rebento naquela situação desagradável ou fraudulenta. Mesmo assim é um fanático flamenguista, um atleticano idem, um palmeirense maluco, um corintiano roxo, um cego pelo Sport, um tricolor baiano, um vascaíno que tatua a pele com a cruz de Malta, um doente de qualquer praça ou clube.
O amor carnal é vesgo, míope, tem muitos defeitos e variações, mas cego mesmo de tudo, de nascença, somente o amor materno ou o amor ao time do peito, à seleção do coração”.
Terminada a Copa, voltamos à nossa paixão doméstica, ao amor desvairado pelo time que esse ano há de ganhar, há de ser campeão…
Termina amanhã a décima nona copa do mundo de futebol. Com o Brasil e a Argentina de fora, pelo menos podemos nos dar ao luxo de torcer pelo bom futebol. Isso porque, numa imaginada final entre os dois rivais, pouco importa para o torcedor a qualidade do futebol. Vale gol de mão, em impedimento,com falta no goleiro, no último minuto da prorrogação. Mas, numa situação rara, pois o futebol adora ser uma caixinha de surpresas, enfrentam-se na finalíssima duas das seleções que apresentaram o melhor do futebol do torneio: Espanha e Holanda.
A Espanha chegou como uma das favoritas, trazendo na bagagem o título europeu de seleções conquistado frente à poderosa Alemanha, novamente batida na semifinal. Com um futebol rápido, incisivo, criativo, a Espanha vai tentar apagar a fama de lutar, lutar e sempre morrer na praia.
A Holanda vem de uma campanha impecável, atropelou todos os seus adversários e desbancou o sempre favorito Brasil. Quem sabe, a novíssima laranja mecânica vá fazer justiça às equipes das copas de 74 e 78, quando o fantástico carrossel imaginado pelo técnico Rinus Michels e comandado pelo genial Johan Cruijff maravilhou a todos, mas não levou a taça, perdendo na final para a própria Alemanha e para a Argentina, respectivamente.
É… esta final tem tudo para ser um belo espetáculo de futebol.
Por isso, o Rádio Vivo, em véspera de decisão, quer destacar a crônica do jornalista e escritor Xico Sá, colunista da Folha de S.Paulo, publicada na Revista ESPN de Maio deste ano. Ele diz:
“Uma das coisas mais admiráveis no futebol é a possibilidade de cada torcedor ver de uma forma um mesmo lance polêmico. Mil câmeras, mil recursos modernos, porém, não tem acordo, não tem jeito. Não há tira-teima para o olhar marejado pelas paixões clubísticas. Falta de sensatez, cegueira, paixão burra e desmedida? Nécaras. Somos totalmente fiéis às nossas retinas naquele momento. É o que vemos mesmo.
Não é o caso de simplesmente querer levar vantagem e criar uma versão para o que testemunhamos. Não se trata de sermos mentirosos a favor dos nossos clubes no instante do lance. É tudo o que vimos, à vera, com os olhos que a terra biblicamente há de comer. E pronto.
Não é nada igual à queda que temos com a mulherada. Nem chega próximo. Por um detalhe assim nem tão pequeno de nós dois: o amor por uma mulher passa, pelo time do coração é para o resto da vida. (…) No futebol, a loucura é ad infinutum, para século seculorum, amém. Se por um rabo de saia cegamos por um tempo, pelo clube e pela seleção o amor já nasce, cresce e morre cego. O torcedor sensato não existe. É uma fraude. Sensatez é qualidade (ou defeito) de comentarista, de profissional da área, de quem vive disso.
Quando disse que o videoteipe era burro, ainda no tempo em que a TV cobria os jogos com poucas câmeras e sofisticação zero, o tio Nelson explicava, qual um Freud ludopédico e pó de arroz, essa cegueira toda.
Mil geringonças e modernidades depois, os cavalheiros das mesas redondas repetem mil vezes um lance e até chegam às suas conclusões. Os torcedores não. Na hora do embate, nem se fala, cada um vê conforme suas camisas. E vê mesmo. Não está blefando ou de olho apenas no resultado da peleja.
(…)
Comparar com o amor ou a paixão por uma mulher qualquer é até covardia da parte do cronista. Se guarda alguma semelhança é com o amor de mãe. Mais o que ela sente por nós do que nós – mesmo com todo Complexo de Édipo Futebol Clube – sentimos por ela. Uma mãe pode ver mil vídeos com o filho roubando, flagrante delito, que mesmo assim o defende. E não defende simplesmente para o livrar da cadeia. É que não consegue enxergar, hora alguma, o seu rebento naquela situação desagradável ou fraudulenta. Mesmo assim é um fanático flamenguista, um atleticano idem, um palmeirense maluco, um corintiano roxo, um cego pelo Sport, um tricolor baiano, um vascaíno que tatua a pele com a cruz de Malta, um doente de qualquer praça ou clube.
O amor carnal é vesgo, míope, tem muitos defeitos e variações, mas cego mesmo de tudo, de nascença, somente o amor materno ou o amor ao time do peito, à seleção do coração”.
Terminada a Copa, voltamos à nossa paixão doméstica, ao amor desvairado pelo time que esse ano há de ganhar, há de ser campeão…
Neimar
Neymar estreou no time profissional do Santos em 7 de março de 2009, contra o Oeste, de ITAPOLIS, partida vencida pelo Santos por 2-1 e válida pelo Campeonato Paulista.[5] Neymar marcou o primeiro gol da carreira em 15 de março de 2009, contra o Mogi Mirim, no Estádio do Pacaembu, partida vencida pelo Santos por 3-0 e válida pelo Campeonato Paulista.
LUIS E GABRIEL - BARÇA
O Futbol Club Barcelona é um clube espanhol da cidade de Barcelona, Espanha.Os torcedores do clube são conhecidos como culers (ou culés, em espanhol). Em 2010, uma pesquisa realizada pela empresa alemã Sport+Markt concluiu que a torcida do Barcelona é a maior da Europa, contando com cerca de 57,8 milhões de pessoas [1]. O Barcelona foi o primeiro clube espanhol a ganhar na mesma temporada o triplete, composto da Liga dos Campeões, da Copa do Rei e de La Liga. [2] O Barcelona é uma das marcas mais conhecidas do planeta.[3]
O Barcelona é fortemente identificado com a região catalã, da qual se proclamou como símbolo. Suas partidas são consideradas até como evento turístico para os forasteiros e rotineiramente locais de demonstração do nacionalismo - e separatismo - catalão. O depoimento um de seus mais famosos torcedores, o tenor Josep Carreras, convidado para cantar na festa de centenário do time, em 1999, exprime bem tal ideia: "Ser torcedor do Barça vai além do puramente esportivo. É o sentimento de raízes, de valores e de uma identidade de país: a Catalunha".[3] Outras expressões icônicas locais são a faixa de capitão do time, que normalmente reproduz a bandeira da Catalunha, e o lema més que un club, adotado em 1968.[3] Apesar disso, é o clube que mais cedeu jogadores à Seleção Espanhola de Futebol.[4]
A cidade de Barcelona é um caso raro de metrópole com dois clubes de futebol não-equiparados: enquanto o Barça, como é também conhecido, soma 21 títulos na Liga Espanhola, 25 Copas do Rei, 3 Ligas dos Campeões e um Mundial de Clubes da FIFA, o outro time da cidade, o Espanyol, tem como títulos de expressão apenas 4 Copas do Rei. Tal desigualdade é um dos fatores que fazem os blaugranas sentirem maior rivalidade com um time de outra cidade, o Real Madrid, com quem divide a hegemonia no futebol espanhol. O sentimento é recíproco, com os blancos detestando mais ao Barcelona do que ao rival citadino, o Atlético de Madrid. A rivalidade entre Barça e Real é considerada uma das maiores do mundo.
O Barcelona, o seu arquirrival Real Madrid e o Athletic Bilbao são os únicos times espanhóis que jamais foram rebaixados à Segunda Divisão Espanhola. Por muito tempo também, o clube orgulhou-se de ser talvez o único time gigante no mundo a não utilizar logomarcas de patrocinadores em suas camisas de futebol; apenas em 2006 um logo passou a ser colocado na parte abdominal das blusas, e ainda assim demonstrando boas causas: o clube paga, ao invés de receber, para estampar o emblema da Unicef. A partir da temporada 2011/12, pelas dificuldades financeiras,[5] a tradição vai dar lugar ao maior contrato de patrocínio da história do futebol, em que o Barça receberá 30 milhões de euros anualmente por cinco anos para exibir, juntamente com a da Unicef, a marca da Qatar Foundation.[6]
Elky - Futebol
O futebol, no Brasil, é o principal esporte do país. Foi introduzido por Charles Miller, um jovem brasileiro que, após viagem pela Inglaterra, trouxe consigo duas bolas de futebol e passou a tentar converter a comunidade de expatriados britânicos da cidade de São Paulo de jogadores de críquete para futebolistas, criando um clube de futebol no Brasil.O futebol rapidamente se tornou uma paixão para os brasileiros, que frequentemente referem-se ao país como "a pátria de chuteiras" ou o "país do futebol". Segundo pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas, o futebol movimenta R$ 16 bilhões por ano, tendo trinta milhões de praticantes (aproximadamente 16% da população total), 800 clubes profissionais, 13 mil times amadores e 11 mil atletas federados.
Palmeiras Octa campeão Brasileiro
O Santos e o Palmeiras são os maiores campeões brasileiros. Atendendo ao pedido de alguns clubes, incluindo a dupla paulista, a Confederação Brasileira de Futebol irá unificar até o fim deste ano as conquistas da Taça Brasil, Torneio Roberto Gomes Pedrosa e Taça de Prata, transformando-as em títulos nacionais, segundo informações do Jornal Nacional.Não são apenas os dois times paulistas, no entanto, que serão beneficiados com a decisão da CBF. Com a decisão, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense também passam a contar com um título a mais do que atualmente.
Gustavo - Futebol
O futebol, (do inglês association football ou simplesmente football) é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições.É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo ou gol. A equipe que marca mais golos ao término da partida é a vencedora.
bruno-futebol
O São Caetano quase se complicou diante de um clube que se diz como "mais pobre" da Série B, mas teve tempo para evitar ma estreia com derrota na Série B do Campeonato Brasileiro. Após um gol contra de Bruno Recife nos acréscimos do primeiro tempo, o time do ABC conseguiu empatar por 1 a 1 com o Salgueiro em Paulista (PE).
O atacante Eduardo, que virou reserva do recém-contratado Nunes apesar de ter sido o artilheiro da equipe no Paulistão, entrou no segundo tempo para fazer, aos 38 minutos, o gol que garantiu o primeiro ponto do clube no torneio. Punição à equipe pernambucana, que perdeu o domínio das ações no primeiro tempo.
Na próxima rodada, o Azulão faz sua primeira partida em casa, recebendo no Anacleto Campanella o Ituiutaba, às 21 horas (de Brasília) da próxima sexta-feira. No mesmo horário, mas no dia seguinte, o Caracará pernambucano vai ao Rio Grande do Norte desafiar o ABC no Frasqueirão.
Os primeiros minutos do Salgueiro na segunda divisão nacional provaram que a reformulação realizada após a fraca campanha no Campeonato Pernambucano deu resultado. Apoiados por mais de 8 mil torcedores no acanhado estádio Ademir Cunha, o time soube pressionar os paulistas.
Com mais posse de bola e ânimo para atacar e pressionar, os anfitriões fizeram o goleiro Luiz trabalhar e só não marcaram antes o seu gol porque o volante Augusto Recife estava em cima da linha para salvar o Azulão. Os visitantes, contudo, foram punidos por uma falha decisiva antes do intervalo.
Aos 45min do primeiro tempo, o lateral esquerdo Thiago Baroni avançou e cruzou à meia altura. Dois defensores do São Caetano se confundiram na tentativa de cortar até a bola sobrar para Bruno recife desviar contra as próprias redes, sem chances para Luiz, completamente batido no lance.
O gol alertou a agremiação do ABC paulista, que voltou para o segundo tempo mais disposta a tomar as redes da partida. Com mais disposição, roubou mais vezes a bola do adversário e a utilizou com mais objetividade para dar trabalho à defesa do Salgueiro, ainda desentrosada pelas recentes mudanças.
A mudança de comportamento deu ainda mais resultado quando Eduardo entrou no lugar de Nunes. Oportunista, o atacante aproveitou uma bola que sobrou na pequena área aos 38min do segundo tempo e escorou com o pé para empatar e vibrar como uma resposta à decisão da comissão técnica em colocá-lo no banco.
No restante do confronto, o São Caetano teve mais inteligência para se aproveitar do desespero dos anfitriões para tentar uma última investida para somar três pontos. Mas o Salgueiro soube se segurar para não começar a Série B com um prejuízo maior do que o empate cedido nos minutos finais de sua estreia, em casa.
O atacante Eduardo, que virou reserva do recém-contratado Nunes apesar de ter sido o artilheiro da equipe no Paulistão, entrou no segundo tempo para fazer, aos 38 minutos, o gol que garantiu o primeiro ponto do clube no torneio. Punição à equipe pernambucana, que perdeu o domínio das ações no primeiro tempo.
Na próxima rodada, o Azulão faz sua primeira partida em casa, recebendo no Anacleto Campanella o Ituiutaba, às 21 horas (de Brasília) da próxima sexta-feira. No mesmo horário, mas no dia seguinte, o Caracará pernambucano vai ao Rio Grande do Norte desafiar o ABC no Frasqueirão.
Os primeiros minutos do Salgueiro na segunda divisão nacional provaram que a reformulação realizada após a fraca campanha no Campeonato Pernambucano deu resultado. Apoiados por mais de 8 mil torcedores no acanhado estádio Ademir Cunha, o time soube pressionar os paulistas.
Com mais posse de bola e ânimo para atacar e pressionar, os anfitriões fizeram o goleiro Luiz trabalhar e só não marcaram antes o seu gol porque o volante Augusto Recife estava em cima da linha para salvar o Azulão. Os visitantes, contudo, foram punidos por uma falha decisiva antes do intervalo.
Aos 45min do primeiro tempo, o lateral esquerdo Thiago Baroni avançou e cruzou à meia altura. Dois defensores do São Caetano se confundiram na tentativa de cortar até a bola sobrar para Bruno recife desviar contra as próprias redes, sem chances para Luiz, completamente batido no lance.
O gol alertou a agremiação do ABC paulista, que voltou para o segundo tempo mais disposta a tomar as redes da partida. Com mais disposição, roubou mais vezes a bola do adversário e a utilizou com mais objetividade para dar trabalho à defesa do Salgueiro, ainda desentrosada pelas recentes mudanças.
A mudança de comportamento deu ainda mais resultado quando Eduardo entrou no lugar de Nunes. Oportunista, o atacante aproveitou uma bola que sobrou na pequena área aos 38min do segundo tempo e escorou com o pé para empatar e vibrar como uma resposta à decisão da comissão técnica em colocá-lo no banco.
No restante do confronto, o São Caetano teve mais inteligência para se aproveitar do desespero dos anfitriões para tentar uma última investida para somar três pontos. Mas o Salgueiro soube se segurar para não começar a Série B com um prejuízo maior do que o empate cedido nos minutos finais de sua estreia, em casa.
FUTEBOL - LUIS E GABRIEL
O futebol,[1] (do inglês association football ou simplesmente football) é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições.[2] É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denominagolo (português europeu) ou gol (português brasileiro). A equipe que marca mais golos ao término da partida é a vencedora.[3]
O jogo moderno foi criado na Inglaterra com a formação da Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Fédération Internationale de Football Association, mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos.[4]

Jessika Cláudio-Futebol
Ronaldo Luís Nazário de Lima, mais conhecido como Ronaldo ou também Ronaldo Fenômeno ou ainda Ronaldinho (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1976), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante.
Ronaldo Luís Nazário de Lima, mais conhecido como Ronaldo ou também Ronaldo Fenômeno ou ainda Ronaldinho (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1976), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante.
Já era conhecido como Ronaldo no início da carreira, sendo por algum tempo chamado de Ronaldinho. O diminutivo surgiu na Copa do Mundo de 1994, quando a Seleção Brasileira foi com dois Ronaldos; o mais velho, jogador do São Paulo, tornou-se Ronaldão. Já o apelido de Fenômeno surgiu em sua arrebatadora temporada no Barcelona.[1]
É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com quinze gols.[2] É um dos poucos jogadores que estiveram dos dois lados de duas grandes rivalidades europeias: ele defendeu os espanhóis Barcelona e Real Madrid e os milaneses Internazionale e Milan.
Iniciou seu caminho no futebol no futsal do Valqueire Tênis Clube,[3] transferindo-se cedo para o Social Ramos Clube do Rio de Janeiro, para logo em seguida mudar-se para o São Cristóvão, também carioca. Porém foi no Cruzeiro que se profissionalizou e alcançou a fama como atleta no segundo semestre de 1993.
Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009
Ronaldo Luís Nazário de Lima, mais conhecido como Ronaldo ou também Ronaldo Fenômeno ou ainda Ronaldinho (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1976), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante.
Já era conhecido como Ronaldo no início da carreira, sendo por algum tempo chamado de Ronaldinho. O diminutivo surgiu na Copa do Mundo de 1994, quando a Seleção Brasileira foi com dois Ronaldos; o mais velho, jogador do São Paulo, tornou-se Ronaldão. Já o apelido de Fenômeno surgiu em sua arrebatadora temporada no Barcelona.[1]
É o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com quinze gols.[2] É um dos poucos jogadores que estiveram dos dois lados de duas grandes rivalidades europeias: ele defendeu os espanhóis Barcelona e Real Madrid e os milaneses Internazionale e Milan.
Iniciou seu caminho no futebol no futsal do Valqueire Tênis Clube,[3] transferindo-se cedo para o Social Ramos Clube do Rio de Janeiro, para logo em seguida mudar-se para o São Cristóvão, também carioca. Porém foi no Cruzeiro que se profissionalizou e alcançou a fama como atleta no segundo semestre de 1993.
Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009
quarta-feira, 18 de maio de 2011
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